17/10/2019 04h30 - Atualizado em23/10/2019 02h05

Fundação de Cultura e Arte Aperipê discute logística da Virada Cultural

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Foto: Ascom

A presidente da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe, Conceição Vieira, se reuniu na manhã de hoje (17), com representantes de diversos órgão públicos municipais e estaduais para tratar da logística da Virada Cultural evento que será realizado pela Funcap nos dias 01, 02 e 03 de novembro, no Parque dos Cajueiros.

Os órgãos participantes discutiram as ações preventivas de segurança, saúde, acessibilidade, tráfego, trânsito e demais meios necessários, que objetivam garantir tranquilidade para o público que vai participar dos eventos.

Nesse encontro a presidente da Funcap destacou a importância do planejamento dessas ações e do alinhamento necessário dos órgãos parceiros, para que a festa cultural seja revestida de sucesso. 

Participaram desse encontro os representantes da Polícia Militar do Estado de Sergipe, Emsurb, Defesa Civil, SAMU, Corpo de Bombeiros, Companhia de Saneamento de Sergipe, Cptran, Superintendência do Esporte, Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura e Secretaria de Estado do Meio Ambiente.

Virada Cultural: um evento cheio de atrações

A Virada Cultural faz parte do V Festival Sergipano de Artes Cênicas, evento que conta com o apoio do Governo Federal através do Ministério da Cidadania, Secretaria Especial da Cultura e com com recursos do Fundo Nacional de Cultura. O evento ainda terá – todos os dias - a Feira do Parque, com praça de alimentação e barracas para a venda de artesanato.

01/Nov - Sexta-feira

19h – ABERTURA DA EXPOSIÇÃO ‘NO PALCO, EM CENA’. - por Gabi Etinger . Para contribuir na construção contemporânea da sensibilidade local com o sentimento da sergipanidade, foi pensada a exposição ‘No palco, em cena’, com os projetos desenvolvidos por Gabi Etinger para espetáculos e filmes de agentes culturais locais, num total de 12 trabalhos. Seis projetos na área de teatro e os demais na área de cinema.

20h – INICIO DA GRAVAÇÃO DO DOCUMENTÁRIO SERGIPE SOM - EM BUSCA DA IDENTIDADE SERGIPANA. – Direção: André Aragão.

20h – SHOW BANDA REAÇÃO (SE) - A Banda de Reggae Reação, hoje radicada no Alto do Morro da Reação, no bairro Santos Dumont, periferia de Aracaju, faz o autêntico reggae roots com teor militante. 

Suas letras cantam contra as injustiças sociais, os maus-tratos para com o povo negro, a violência policial, o descaso de alguns políticos, a exterminação dos nossos índios e tantos outros temas. 

22H – SIBA (PE) - Siba. Nascido na cidade cosmopolita do Recife, em uma família que até hoje mantém sua forte ligação com suas origens rurais, Siba cresceu entre a cidade e o interior, dois mundos que fazem parte de um mesmo todo. Desde seus primeiros contatos com as tradições da Mata Norte, começou uma longa história de aprendizado e colaboração, exercitando ao longo dos anos os fundamentos da poesia ritmada para se tornar um dos principais mestres da nova geração do maracatu e dos cirandeiros. 

02/Nov - Sábado

15H – FEIRINHA NO PARQUE

17 às 19h – Maratona de Dança. Apresentações de 15 minutos, dos mais variados estilos, desde dança clássica à dança de rua contemporânea. 

20h – THE BAGGIOS (SE) Criada em 2004 na cidade de São Cristóvão, Sergipe, a banda The Baggios é uma das mais inventivas da atualidade, tanto pelo blues rock cheio de personalidade, como pela curiosa formação; Júlio Andrade (guitarra e voz) e Gabriel Carvalho (bateria). O duo tem colecionado elogios pelo mundo por suas apresentações viscerais e originalidade em seus álbuns, que trazem timbres clássicos e mesclam muito bem riffs blueseiros com o peso do rock setentista e a música brasileira.

Em “Brutown”, seu terceiro álbum de estúdio, o The Baggios traz como conceito uma cidade que beira o caos e aborda temas que dialogam com o cotidiano do Brasil e do mundo. Com referências de sua cidade natal, o clima denso do disco é anunciado por “Estigma” e “Brutown”, que falam sobre violência e tempos sombrios, já em “Sangue e Lama” a banda retrata a tragédia de Mariana (Minas Gerais) e o massacre no Bataclan, em Paris. Produzido por Felipe Rodarte e pela própria banda no lendário Estúdio Toca do Bandido (RJ), é notável uma sonoridade ainda mais madura, novas experimentações e elementos. Com a necessidade de seguir novas direções e ampliar as possibilidades nos arranjos, saindo da zona de conforto da “guitarra/bateria”, a banda convidou o músico Rafael Ramos (teclas e baixo) para somar nas gravações do disco, dando mais peso e novas texturas.

O The Baggios também convidou artistas que são influências para eles de alguma maneira; Jorge Du Peixe (Nação Zumbi), canta em “Saruê”, Fernando Catatau (Cidadão Instigado), toca guitarra em “Soledad”, Emmily Barreto (Far From Alaska), empresta sua voz para “Estigma”, Gabriel Thomaz e Erika Martins (Autoramas) fazem backing vocal em “Desapracatado”. Além deles, Felipe Ventura (Baleia) toca violino e fez arranjo de cordas em “Soledad” e “Miquin”. 

21h30 – STUDIO DE DANÇAS HAYFFA MANZATO 

21h45 – ORI TIARE TRIBE ANA KADOSH 

22h30 – AVE SANGRIA - VENDAVAIS (PE). A mais cultuada banda da psicodelia pernambucana está de volta. 45 anos depois de seu legendário LP de estreia, a AVE SANGRIA lança VENDAVAIS, novo álbum de inéditas, disponível nas plataformas digitais desde abril, chega agora em CD. A edição em vinil sai no segundo semestre.

Referência para diversas gerações de artistas pernambucanos - com destaque nas trilhas sonoras de filmes brasileiros recentes como Aquarius (2016) e Rasga Coração (2018) - e cultuados por novíssimos fãs que descobriram a banda via internet, os integrantes originais MARCO POLO (voz, composições), ALMIR DE OLIVEIRA (voz, guitarra base, composições) e PAULO RAFAEL (guitarra solo e viola) se reuniram em 2014 para traçar novos planos de voo. De volta aos palcos, o trio revirou o baú do tempo e de lá saíram diversas canções inéditas, compostas no período de 1969-1974. 

As onze músicas do álbum mantém a proposta inicial da banda: unir o rock com ritmos nordestinos, mesclando a linguagem psicodélica com sonoridade contemporânea: “O repertório do novo álbum persegue as características recorrentes do grupo; do divertimento escrachado à morbidez de temas sombrios, da crítica social implacável ao mais delirante psicodelismo, da agressividade do rock pesado ao lirismo acústico das baladas” – diz o cantor Marco Polo. O álbum foi gravado ao longo de 2018, com produção de Juliano Holanda e Paulo Rafael.

03/Nov - Domingo

15H – FEIRINHA NO PARQUE 

16H – ESPETÁCULO “FABULAR”. CIA TREM BÃO (SP)
“Fabular” é uma peça teatral composta por seis fábulas tradicionais que foram adaptadas de modo a transmitirem alguns dos principais valores humanos ao público infantil. Valorização da amizade, gratidão, generosidade, honestidade, companheirismo, persistência, e respeito às diferenças são algumas questões abordadas na montagem, sempre de maneira e divertida. 
Na encenação das histórias, dois atores mambembes revezam-se interpretando os variados personagens, que são caracterizados por figurinos complementares e estilizados, fazendo com que animais ganhem sentimentos e aspectos humanos, como originalmente eram os propósitos das fábulas. Duração: 50 minutos Classificação Indicativa: Livre para todas as idades.

17h – ORQUESTRA SINFÔNICA DE SERGIPE. Criada na década de 80, a Orquestra Sinfônica de Sergipe é um dos mais importantes grupos orquestrais da região Nordeste. Assiste atualmente no Teatro Tobias Barreto, patrimônio cultural do Estado de Sergipe, com capacidade para 1.328 pessoas e oferece, desde 2007, temporadas anuais e regulares de concertos, proporcionando ao público sergipano música de erudita de alto nível. Está composta atualmente por cerca de sessenta músicos – sergipanos, de outros estados da federação e também de outros países – e corpo administrativo empenhados em criar um produtivo polo de música de concerto na região Nordeste do Brasil.

18H30 – INTERVENÇÃO DAS BRUXAS DO CANGAÇO – HIP HOP FEMININO. Formado por Daniele Pereira (Danny MC), Emilly Neri (Pagu Mc) e Emília Damares (Reversa Mc). O “Bruxas do Cangaço”, como sugere o nome do grupo, procura honrar a luta e a resistência das mulheres nordestinas, relatando suas vivências e questões norteadoras.